Ola, meu nome é Mortisa, quero contar minha historia, dês que nasci vi minha mãe apanhar do meu pai, não tenho irmãos, ao menos ate um certo tempo não pude dizer que tenho, minha vida começou a ficar estranha quando eu tinha 10 anos, eu tava na mesa tomando café com minha mãe, pai e irmão quando tudo aconteceu, meu pai estava gritando com a minha mãe como sempre e ate então nunca tinha ouvindo meu irmão falar:
-Mulher cade minha cerveja? Cade minha cerveja!!
-Acabou querido eu te falei ontem...
-Porque não trouxe outra? Porque não comprou?
-Mas...
Nessa hora ele deu um tapa nela, eu ainda não tinha visto ele bater nela tão de perto mas fiquei chocada, oque mais me surpreendeu foi a reação do meu irmão, ele levantou com tudo e enfio uma faca no pescoço do meu pai, não pra matar mas só pra assustar, minha mãe reclamou e ele saio de perto dele mas meu pai o bateu, foi ai que tudo mudou, meu irmão levou 3 pontos na cabeça e no dia seguinte meu pai estava morto, bem, minha mãe o matou, na nossa frente, ela primeiro cortou seus braços e pernas, dedos e cabeça, arrancou seus olhos e orelhas e ate raspou sua cabeça! Colocou seu sangue em um pote de vidro, não sei oque ela fés com o resto do sangue mas só colocou um pouco no pote, e deu pra mim, o cabelo deu pro meu irmão, o corpo ela jogou no mar, e depois nos mudamos, foi um dia feliz pra mim, e finalmente senti que tive uma família.
Se passaram anos dês que aconteceu, nunca ficamos fixos em um lugar sabe? Minha mãe não se dava bem com relacionamentos, sempre matava todos e nunca era pega, uma vez estávamos jantando e minha mãe do nada enfiou uma faca no peito do seu namorado, o cara caiu na mesa e o sangue pingava no chão, continuamos comendo e no dia seguinte nos mudamos, outra vez ela simplesmente matou um cara sufocado depois que tinham feito sexo, foi horrível!! Ela colocou o pênis dele em um pote de conservas, que nojo tive que discutir com ela pra jogar aquilo fora, são tantas historias, ela já matou um cara enfiando uma agulha de crochê no olho dele! Depois disso só o sufocou, ela gostava de mortes esplendidas e escandalosas tipo de filme, ela tentou joga um cara da escadarias de uma de nossas casas mas ele só ficou tetraplégico não morreu, acho que foi o único que sobreviveu... Enfim, chegou um dia enque nos fixamos em uma casa, era bonita e minha mãe estava solteira e eu tinha 18 anos, meu irmão tava trabalhando de um bom emprego, secretario, e eu, bem, sou auxiliar de necropicia, é o incrível e que minha mãe continua tão jovem quanto sempre, o segredo e que ela fez um pacto e precisava matar pra se manter jovem, mas é só um homem por mês e ela matava quase todo dia então, ficar um tempo na casa não iria envelhecera, no serviço arrumei alguém, o nome dele é Stive, nada contra ele mas as vezes tinha vontade de mata-lo, brincadeira. Alguns dias depois estava voltando da casa do Stive anoite, tinha comprado um pacote de bolachas, quando passei por um beco escuro um cara me paro, fiquei tão assustada que não pude reagir, ele disse:
-Me passa as bolachas e sua bolsa! Agora anda! Ou enfio esta faca no seu pescoço!
''Perai, minha bolacha? Eu daria minha bolsa numa boa, não tinha nada dentro só uns papeis da necropicia uns cremes... Minha carteira tava no meu bolso, que pegue minha bolsa só não fala das minhas bolachas, eu amo passatempo nunca brinque comigo quando eu estiver com minhas bolachas!''
-Não, se quiser minha bolsa eu entrego, mas minhas bolachas vão continua comigo.
-Ce ta de brincadeira comigo guria? Ta ti brincadeira pó! Me passa tudo isso ae ou eu vou te mete a faca!
-Mete aonde você quiser mas são minhas bolachas!
O cara viro no capeta, ele veio encima de mim com tudo, eu desviei peguei minha caneta que tava no bolso da minha jaqueta e enfiei nas costas dele, só sabia enfiar e tira ate que ele todo fico ensanguentado bem ali na minha frente, ainda gemia um pouco, ate que achei engraçado aquela situação, agachei bem perto do ouvido dele e cochichei ''Minhas bolachas''. Cheguei em casa tranquila, só que no dia seguinte acordamos com a policia na nossa porta, eles vinheram pra me prender e reconheceram minha mãe como uma serialkiller, prenderam minha mãe com varias acusações, matar, roubar, esporta, torturar e blá blá... Levaram eu e meu irmão tamben, com varias outras acusações, por proteger foragido, por esportar foragido, por esconder foragido por bancar foragido, ate por sermos filhos de foragido! Aquilo sim foi exagero, no final ficamos em celas separadas, sem direito de dividir cela com outros condenados, nem de ir pro patio com outros condenados, nem de ver outros condenados. Nos estávamos la e de la pro corredor da morte, minha cela era menor que um banheiro de apartamento, ou ate menor, eu tinha direito a uma cama e vaso de ferro, minha pia era uma torneira minuscula que só ligava três vezes por dia durante 20 segundos, na primeira noite fui acordada por uma luz irritante no meu rosto, quando acordei tinha uma menininha de uns 8 anos com uma lanterna na minha cara, dava gargalhadas:
-Para com isso! Quem é você?
Ela só corria em círculos, então gritei:
-Fique quieta!
Talves tenha cido o meu pior erro, ela realmente parou, mas gostaria que continuasse girando, ela olho pra mim com um olhar sanguinário, e... Sorrio, com dentes pontudos e olhos que choravam sangue:
-Mortisa, que seios fartos você tem...
-O... Oque é você??
-Mortisa, que cabelo grande você tem...
-Oque é você!
-Você não sabe brinca de lobo mal, então vou me apresenta, meu nome é Lilith, quem fez o pacto com sua mãe, o, você esta sangrando...
Quando olhei pros meus seios estavam sangrando, estavam todos arranhados e meu sangue manchava o chão, comecei a tremer de medo, não sabia se chorava ou gritava:
-Você sabia que pessoas malvadas que matam outras pessoas foram crianças que sofreram muito? Não se pode gritar com uma criança.... Não, não Mortisa.
Comecei a tossir, e vomitei, vomitei navalhas que cortaram minha garganta e linguá, não conseguia falar:
-Ja aprendeu sua lição? Se for sim sorria pra mim Mortisa.
Não conseguia me mecher, mas tentei forçar um sorriso, só conseguia chorar, me sentia tão pequena, tão despresivel... Então, em um piscar de olhos tudo voltou ao normal, tinha minha garganta e seios:
-Você sabia que foi eu que escolhi seu nome? Mortisa...Você quer sair daqui não quer?
-Sim.
-Então vamos fechar um pacto certo? Você me seguira, obedecera e vai me venera cegamente ou, vai morrer amanha na cadeira elétrica.
-Oque vai acontecer comigo depois?
-Sera como sua mãe, forte, decidida, firme, vai mandar nos seus sentimentos, claro com um pequeno preço de me dar algumas almas, vidas... A cada mês terá que me dar uma vida como oferenda, e a cada semana ou dia, terá de se alimentar, tomando sangue de outras pessoas, mas vou avisando que eu quero a vida de homens religiosos e bem dotados, quanto mais devoto a Deus ele ser, melhor vai ser pra você e pra mim.
-Vou terque beber sangue?
-Sim, como as noivas do Dracula faziam
-Vou ser um...
-Vampiro! Só tenque me abraçar e poderá ir embora, e não se esqueça, um homem por mês, e sangue por semana ou dia, depende do quando você se alimenta.
-Oque sera sera de mim quando morrer?
-O inferno e quente e aconchegante para todos, e para os mais fieis, te daremos o dom de andar pela terra como espirito, ai você se vira, entra em alguma religião, ou segue as leis divinas e tenta um lugar no céu... Mas só se fizer tudo direitinho.
-Tudo bem, eu topo.
Eu a abracei, e me senti morrendo,cada pedaço de mim se soltando e voltando ao lugar, foi tão horrível, mas depois disso levantei e passei pela porta da minha cela, os guardas olhavam pra min, seus olhos estavam negros, continuei andando, ate chegar em um carro que me levou pra casa.
As coisas melhoraram, no dia seguinte pude ver as diferenças no meu corpo, eu tava mais bonita, com os seios maiores e bunbun empinado, nos mudamos pra outra cidade, minha mãe nos explico tudo oque havia acontecido. Eu matei pela primeira vês, era um homem de mais ou menos 30 anos, bonito, era pastor, foi difícil pois algo nele me fazia ter medo, não conseguia nem olhar nos seus olhos, mas quando o matei me senti mais forte, mais poderosa, meu irmão só matava meninas de 20 a 25 anos, todas religiosas e batizadas, a maioria sempre usava saias horríveis... Minha mãe cuidava de assassinatos maiores, coisas como matar caras de gangues, ou aqueles que a contratava, ela era ótima com facas, se tornou uma assassina em serie, uma perfeita serialkiller! Tinha orgulho dela, e tudo oque ela aprendia nas gangues ela me encinava, comecei a lutar box e artes marciais das mais diferentes, tudo parecia maravilhoso, estávamos protegidas e tínhamos muito dinheiro graças a minha mãe e seus servicinhos, eramos temidas e totalmente procuradas pelo FBI e outras academias de policia, nos fomos casadas por uns 10 anos ate que nos deram como mortas, nos damos como mortas, não podiam saber do nosso segredo então simplesmente paramos por um tempo, não foi um erro, talves uma falha, estávamos morando numa casa de campo, bonita e de madeira, chovia toda tersa, as arvores eram de cerejeira e flores roxas, aguá cristalina... Eu estava trabalhando de vendedora de flores, minha mãe tinha se mudado pra frança, meu irmão não dava sinal de vida a ninguém, então fiquei sozinha, ate que conheci Alex, tão bonito e jovem! Me amava, nos amávamos, ele me tratava como uma rainha, me mandava flores e me fazia poesias, pescávamos juntos e fazíamos amor, ate que resolvi engravidar, foi meu pior erro, quando completei 2 meses tinha a visita de Lilith, ela me disse que queria minha filha, disse que era menina de olhos azuis, iria ter cabelo preto como o meu, mas seria enrolado, e seria uma ótima casadora, melhor que eu, e seu nome seria Magna, não pude acredita, aquilo era inaceitável! Nunca entregaria minha filha, nunca! Não queria que minha filha entrasse neste mundo, em um mundo que só tem morte e sangue, eu queria mais pra ela, mais pra min.
Depois de alguns dias eu fis um ritual, entreguei a oferenda a Lilith e a invoquei:
-Ola Mortisa, como vai?
-Eu não vou lhe entrega minha filha
-Não cabe a você decidir bobinha, estava no nosso contrato lembra? Uma amaldiçoada da a luz a filha de Lilith, oque você carrega não é a sua filha, é a minha, assim aconteceu com sua mãe, e ira acontecer com você.
-Não me importo com a minha mãe, nem com oque ela fez, foi um erro, não vou faze o mesmo, você nunca tocara na minha filha, nunca.
-Eu vou encontra-la não importa onde você esconder.
-Vamos ver.
Eu dei as costas sem pensar noque poderia acontecer, o único lugar onde eu poderia esconder minha filha era na igreja, é o único lugar onde o mal que minha linhagem carrega não poderia entra, expliquei pro Alex que queria me mudar, fomos para Jesusalém, tive de matar alguns homens, mas tudo bem escondido, no dia que ia dar a luz fui para a igreja, me tranquei nos aposentos do padre e la, nasceu Maria, minha doce filha, seu cabelo era bem pretinho como Lilith disse, dei de mamar pra ela ate dormir, escrevi uma carta para o padre e deichei Maria em um cesto, fui pra minha casa e vi Alex dormindo, peguei minha adaga e o matei, juro ter ouvido ele dizer ''eu te amo'' no seus últimos suspiros, peguei seu diário e comecei a ler, e descobri que dês do começo ele sabia de tudo, o pacto, a maldição, minha mãe e meu irmão, ate mesmo do meu pai, aquilo me chocou, eu matei a unica pessoa que um dia realmente me amou, e talves a unica que me amaria.
''Mortisa, naquele dia tirou a adaga das costas de Alex e se matou, sua pele se descascou e queimou deichando somente os ossos, Maria se tornou freira e quando completou 20 anos, enquanto colhia flores no quintal da igreja, foi estrupada por um maniaco e morta, ela reencarnou uma vês, e na segunda Mortisa estava com ela, como demônio guia, e sem saber finalmente podia estar ao lado de sua filha, a encinou a viver e a amar, e pode ver e crescer ao lado de quem mais amava.''
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